13 de July de 2026

Sem passaporte, sem avião, sem mala — os alunos da Escola da Mata estão viajando pelo planeta uma carta por vez, guiados por um misterioso Viajante Rosa.

Tudo começa com um envelope. Dentro dele, uma carta escrita à mão — ou quase — por alguém que está do outro lado do mundo. Esse alguém tem um nome: o Viajante Rosa. E ele escolheu a Escola da Mata como destino da sua correspondência.

A cada quinzena, uma nova carta chega. E então começa o ritual: um aluno é sorteado para recebê-la primeiro. Tem três dias para ler, sentir e registrar — um fichamento que é menos uma tarefa e mais um diário de bordo. Depois, passa para o próximo. E o próximo, para o seguinte. A carta viaja pela escola como viajou pelo mundo: de mão em mão, deixando um pouquinho de cada lugar em cada pessoa que a toca.

Quando o último estudante termina sua leitura, a turma se reúne. Conversam sobre o que descobriram, o que os surpreendeu, o que nunca tinham imaginado sobre aquele lugar. E então vem a atividade — o momento em que o destino da carta se transforma em algo concreto, feito com as próprias mãos.

 

E depois de Boston? Ninguém sabe. Esse é um dos encantos do projeto: o próximo destino é sempre um mistério. O Viajante Rosa decide. Os alunos esperam — com a curiosidade de quem sabe que, a qualquer momento, um envelope pode mudar tudo o que você pensa que sabe sobre o mundo.

 

Tóquio ✓→Boston ✈→???→???→???

 

Publicado por: Equipe Escola da Mata - Serro / MG

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